E, de repente, me deparo com alguém que fez parte de uma fase da minha vida. Fez não, ainda faz...
Me senti madura e ainda jovem, aquela tonta que não fez nada por cautela e que voltaria atrás agora, imediatamente. Ou não voltaria, apenas daria um novo começo a uma história.
O mesmo sorriso, o mesmo humor cortante e franco, quase o mesmo.
Quase, porque amadurecemos, porque sofremos mas não perdemos o costume de viver...
Memória afetiva, memória visual, memória dos sentidos, tudo voltou à tona como se fosse o ontem, um passo bem perto...uma pegada que ainda se pode cobrir com os pés...
Que se dane a inteligencia racional, que se dane a etiqueta, o bom tom...
Sem mesmo saber se a memória do outro tem a mesma intensidade da minha, me exponho à emoção, me exponho a tudo que esses momentos me trouxeram.
E, certamente, não pretendo deixar de saber o que virá depois.
Não sou saudosista, não quero voltar no tempo. Quero fazer das memórias um novo caminho, seja ele qual for.
Mexeu lá no fundo desta minha alma inquieta.
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2 comentários:
É que mexe mesmo... Então que façamos, agora, um tempo bom dos bons tempos que se foram... Das memórias um novo caminho!! Beijo grande pra você, Paula, que é parte da minha história.
Somos todos protagonistas dessa história...
Obrigada por vir aqui.
Espero sua visita e que seja bem longa!
Beijo!
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