Noite... sempre ela, a companheira, a amiga fiel e constante, sempre pronta a receber o peso do dia que se vai.
Noite, tão cheia de mistérios e perguntas...
Noite calma, de luzes mortas e cores difusas.
A noite fala a linguagem dos fantasmas, vampiros e dos vagabundos, disse uma vez um cronista querido...
Eles se trombam e sequer percebem que partilham o mesmo espaço, a mesma fome de respostas e passam indiferentes.
Às vezes penso que o dia poderia ser mais curto que as doze horas em que se arrasta...
A noite é tão lépida, fresca e bela!
Noite como a de hoje, em que coloco meus devaneios à mostra, em que desnudo minha alma inquieta. Alguém a perceberá? Alguém fará eco aos meus pensamentos?
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