Pleno inverno... e ele me vem como um sussurro e eu desejo que ele se importe e que sonhe com a minha verdade, trazendo de volta a juventude, o calor de sorrisos e sonhos.
Queria que ele se desse conta de que o amei, ainda, e até, demais...
O tempo, como o trem, corre pela vida, não apita na curva, não espera ninguém.
Mas eu me sinto livre para castelos de nuvens... Os planos de inverno se concretizam tão novos, tão velhos...
E ele compreende, percebe o invisível e vem... Uma palavra honesta, uma ilusão consentida, sem rosto, apenas uma voz que murmura em meus cabelos.
Depois da história contada o céu se funde em verdade, o amor continua vivo, presente, até o fim das estações.
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4 comentários:
Querida Paula!
Perfeito é a palavra chave prá você, que escreve tão bem, coloca as palavras no fundo do meu coração. Faz a emoção vibrar, conhecer suas intenções, seus anseios e sua alma. Continue! um beijo do seu amigo de sempre! Parabéns.
Jubel
Que lindo...
Me emocionei com esse texto. Com a inspiração voltando, sem o peso das obrigações, tudo flui mais naturalmente. Que essa leveza traga mais textos e divagações sobre essa nova fase em sua vida.
Te amo!!!
Bruna, Jubel, voces me estimulam a continuar a tirar tudo que anda por esta cabeça ociosa...
Amigo, chefe, voce me lisonjeia com sua palavras.
Filha, companheira e confidente, turrona e meiga, voce me inspira.
Beijos!
A liberdade leva à inspiração. Depois, essa mesma fluidez deixa o leitor aqui pensando em algo mais do que as leves preguiça e melancolia do inverno.
Texto profundo e direto, sem firulas, com toda a cara que surgiu depois de um bom tempo olhando essa "janelona" do vigésimo andar! (rs) Vou linkar no quase-encerrado "Cronista Urbano"!
Beijos, grande sogra!
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